Vídeo abaixo demonstra uma extinção de uma tribo indígena, em outra região da amazônia brasileira.
Parece
até inusitado, um grupo de índios bloquearem aviões e pilotos para que possam
realizar os voos programados pelo Ministério da Saúde.
Essa
rebelião tem origens de novo, provocadas por gestões criminosas e esquerdistas
de SARNEY, FHC, LULA, DILMA e agora TEMER.
As
reservas indígenas foram demarcadas como um estado paralelo, ou seja, os índios
estão em território alheios às leis brasileiras e para a nossa Constituição
Brasileira vigente. É o querem passar para nossa sociedade urbana.
Os irmãos Vilas Boas, foram os primeiros brasileiros que procuraram entender corretamente os valores morais e culturais de diferentes nações indígenas, sendo uma delas, os índios que habitam na região brasileira conhecida como XINGU.
A FUNAI - Fundação Nacional Nacional do Índio, é o órgão indigenista oficial do Estado brasileiro, sendo criada por meio da Lei nº 5.371, de 5 de dezembro de 1967. Sua missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos indígenas no Brasil.
Conforme publicação no próprio site oficial da FUNAI, leia porque ela foi criada, em 1967, pelos senhores generais, visando preservar a cultura e as terras indígenas no Brasil. O link do texto citado está postado no seguinte endereço:
FUNAI - https://www.funai.gov.br/
"A Fundação Nacional do Índio – FUNAI é o órgão indigenista oficial do
Estado brasileiro. Criada por meio da Lei nº 5.371, de 5 de dezembro de
1967, vinculada ao Ministério da Justiça, é a coordenadora e principal
executora da política indigenista do Governo Federal. Sua missão
institucional é proteger e promover os direitos dos povos indígenas no
Brasil.
Cabe à FUNAI promover estudos de identificação e delimitação,
demarcação, regularização fundiária e registro das terras
tradicionalmente ocupadas pelos povos indígenas, além de monitorar e
fiscalizar as terras indígenas. A FUNAI também coordena e implementa as
políticas de proteção aos povos isolados e recém-contatados.
É, ainda, seu papel promover políticas voltadas ao desenvolvimento
sustentável das populações indígenas. Nesse campo, a FUNAI promove ações
de etnodesenvolvimento, conservação e a recuperação do meio ambiente
nas terras indígenas, além de atuar no controle e mitigação de possíveis
impactos ambientais decorrentes de interferências externas às terras
indígenas.
Compete também ao órgão a estabelecer a articulação
interinstitucional voltada à garantia do acesso diferenciado aos
direitos sociais e de cidadania aos povos indígenas, por meio do
monitoramento das políticas voltadas à seguridade social e educação
escolar indígena, bem como promover o fomento e apoio aos processos
educativos comunitários tradicionais e de participação e controle
social.
A atuação da Funai está orientada por diversos princípios, dentre os
quais se destaca o reconhecimento da organização social, costumes,
línguas, crenças e tradições dos povos indígenas, buscando o alcance da
plena autonomia e autodeterminação dos povos indígenas no Brasil,
contribuindo para a consolidação do Estado democrático e pluriétnico".
ONGs ilegais e criminosas instaladas na Amazônia.
Estão sob comando de contrabandistas, criminosos, ladrões de ouro, e demais pedras preciosas, tráfico de animais (fauna e flora), tráfico de madeira de lei, e demais crimes.
O que estão fazendo em territórios, cuja função institucional pertence desde 1967 à FUNAI? Quem os autorizou permanecer lá? Quais são as reais intenções desses grupos, travestidos por ONG - Organizações Não Governamentais em região de COBIÇA MUNDIAL?
ENGANAR, INDUZIR, FRAUDAR, MENTIR, E MANIPULAR AS NAÇÕES INDÍGENAS?
Assim,
os próprios índios cometem crimes, na derrubada da mata e venda ILEGAL da
madeira, ou seja, viraram operadores do crime organizado do contrabando de
madeira da Amazônia.
Ainda,
os garimpos estão em atuação, e os índios comandam ou são comandadas por
agentes internacionais, com o objetivo de roubá-la o patrimônio nacional,
nossas riquezas minerais contidas nos solos da Amazônia brasileira.
Além
disso, eles foram tutelados pelo estado, quando o correto seria em deixar as
nações indígenas viverem de maneira que o fizeram, desde seus antepassados. Sem
ideologias e sem pregar política populista, os índios sempre conviveram com a
malária na Amazônia.
O que de fato verdadeiro são os interesses dessa gente de fora, em montar centenas de ONG em terras indígenas na nossa AMAZÔNIA, nos estados de Rondônia, Amazonas, Roraima, Acre, Pará e demais?
A MALÁRIA não mata
os índios. As doenças urbanas, sim.
Entendam
bem. A MALÁRIA não mata.Ela tem cura,
porém quem pega malária vai ficar pelo menos mais de 5 a 7 dias acamado. Mas
não morre, se proceda seu recolhimento e cuidados.
Consequências da atuação ilegal dessas ONG na Amazônia Brasileira:
Os
índios de diversas regiões viraram comerciantes internacionais, como o que
ocorre na região do XINGU. Sei de vários fatos, devido meu trabalho de
engenheiro civil em regiões norte do Brasil.
Trabalhei
em Rondônia, Acre, Pará e Amazonas. Conheci muitos índios e suas terras e
reservas. Acontece que os índios não querem ficar nas suas aldeias - nas suas
tribos.
Na época não entendia o porque disso, porém posteriormente compreendi a omissão da FUNAI em prol de grupos internacionais, que se instalaram na Amazônia, como fazedores do "bem" com suas Organizações Não Governamentais - ONGs de assalto as riquezas da Amazônia Brasileira.
Eles conseguiram manipular muitas tribos, doutrinando-os para ou abandonar as terras e viver uma "vida melhor" nas cidades, e ou participarem dos projetos das ONGs instaladas por lá.
Diante disso, a grande maioria de índios quer viver nas cidades, querem ter os vícios urbanos que nossa sociedade apresenta, e assim acabam se auto destruindo, na perda de suas tradições de povos das matas e florestas.
O correto seria a manutenção dos perímetros das suas reservas, e que eles continuem vivendo conforme seus costumes e tradições, com rituais de caça, de guerra, de proteção.
Que tenham suas crenças conforme elas são, com seus Pajés e curandeiros. A cultura é somente deles. Por isso, não podem se misturar com os homens urbanos, pois serão totalmente contaminados pela cobiça, pela ganância, pela violência do "homem urbano, homem das cidades".
Subvertendo as tribos indígenas, seus povos e nações.
O resultado do contato com esses homens urbanos, ocasionam a contaminação de prática e costumes de desrespeito a natureza, a fauna e a flora, de maneira equilibrada.
Os índios aprendem a vender madeira, e ou facilitar com que esses bandidos se instalem em suas reservas, com o único objetivo de roubar as riquezas que estão lá há séculos, bem como, os conhecimentos de sobrevivência e cultura indígena, na produção de produtos de cura para doenças que eles apresentam na floresta.
Induzem a acreditar que as cidades oferecem vidas maravilhosas, que o conforto é uma possibilidade que as florestas nunca irão proporcionar para as nações indígenas.
Eles querem o conforto das cidades, e acabam sendo convencidos, enganados nas ações de convencimento e práticas criminosas de homens "brancos", ou seja, vendendo e facilitando
para OPORTUNISTAS, VIGARISTAS, CONTRABANDISTAS a extração e a derrubada das
áreas da reserva, contida na grande e imensa Floresta Amazônica.
Os
princípios pregados pelo Marechal RONDON estão totalmente desvirtuados e do
avesso.
"Os índios precisam apenas que o homem não afronte suas fronteiras, e
que não leve para as tribos, doenças nas quais eles não sabem como lidar.
Muitos índios em suas tribos apresentam uma cultura de medicação através da
própria floresta amazônica, fazendo suas ervas medicinais que salvam vidas nas
tribos".
Sobre a rebelião da
notícia, em RR. Índios Ianomâni. Aonde está a FUNAI?
Não
podemos admitir que esse tipo de situação venha a ocorrer. Demonstra total
falta de compromisso e autoridade para com a condução dos problemas, e sem
interlocução necessária, para apaziguar os problemas, e por tal, resolvê-los.
Impossível
pensar que índios com arco e flecha (é o que estamos entendendo, que eles não
possuam armas de fogo) possam tomar de assalto, aviões e pilotos.
Um
problema de saúde, sanitário, acaba virando outro perigoso problema de enfrentamento,
da afronta de nossa soberania nacional.
Quer
queiram ou não, os Ianomâmis estão em território demarcado como nação
brasileira, e sua atuação, deverá ser apenas no uso e costumes de tradição das
tribos, em suas reservas demarcadas.
Também
a IMPUNIDADE no contrabando de MADEIRA, OURO, FAUNA, FLORA têm que acabar. Não
é dada a prerrogativa para os índios Ianomâmis praticarem crimes de contrabando
e ou serem cúmplices de organizações internacionais e nacionais, com objetivos
criminosos.
Ainda,
nada fora da lei é permitido. Se a nação indígena não assim entender, terão que
se adaptarem as leis fora da reserva, e cumprir suas obrigações diante a nação
brasileira.
CRÍTICAS DE
SOCIÓLOGOS, HUMANISTAS E COMUNISTAS.
Sei
que na leitura deste texto, os tais sociólogos de universidade, ou ainda,
sociólogos de ar condicionado, irão tecer críticas sobre o que estou escrevendo
e afirmando.
Faço-lhes uma pergunta: Quantos anos de convívio em
terras na floresta Amazônica vocês têm? Anos, meses, dias?
Pois
bem, tive obras, negócios e contatos em Rolim de Moura, Cacoal, Juína, Porto
Velho por dezenas de anos. Assim, sei bem o que estou afirmando, e dos
criminosos e vigaristas que atuam na região. Apenas nossos governos, da Nova República, não sabem, bem como o INCRA, a FUNAI.
Para que servem tais instituições como o INCRA e FUNAI que agem no sentido oposto aos princípios do Marechal Rondon?
CONTRABANDISTAS DE MADEIRA NA AMAZÔNIA.
Um
deles é o maridão da candidata à presidência da república, a tal Marina Silva,
sem dó. Ele é traficante e contrabandista desses esquemas. Porém, não é o
único.
O QUE FAZER PARA
SOLUCIONAR AS QUESTÕES?
Com
a palavra pessoas dos grupos, com opiniões sobre cada ponto de vista.
Para
aqueles brasileiros que tiveram oportunidade de conhecer esses vastos
territórios, por favor, acrescentem suas experiências e relatem aquilo que
viram e observaram.
Com
as informações verdadeiras, teremos uma situação de compreensão da VERDADE como
ela é de fato, e de maneira correta.
Não dá pra discutir um problema que está
distante 3.000 a 4.000 km de onde estamos no estado de São Paulo.
Quem
conheceu, viveu e esteve lá, saberá dizer algo, com propriedade e confirmar
aquilo que relatamos neste rápido texto.
COMPARTILHEM
para que mais pessoas possam se pronunciar sobre a questão.
O momento de se buscar as VERDADES ocultas na nossa nação brasileira.
Nas
pesquisas que estou realizando, destaco esse aplicativo desenvolvido pelo CMIND
- Comitê Multidisciplinar Independente, que tem como objetivo registrar às 17
horas o BU - Boletim da Urna da seção. Deverão ser lidos todos os Qrcodes um a
um, sequencialmente.
Com isso,
os votos eletrônicos coletados pelas URNAS ELETRÔNICAS, poderão ser coletados
no momento da finalização do horário eleitoral, em geral às 17 horas, horário
de Brasília, DF. A grande sacada desse aplicativo é baixar o programa, e
através de celulares, realizar as leituras dos boletins de urnas, e com a ajuda
de mais pessoas.
Assim,
poderemos coletar os BU antecipadamente, antes do deslocamento físico das urnas
eletrônicas, e seus dados, para o local onde serão transmitidos para o sistema
geral, em Brasília, DF no STE.
São
possibilidades de efetuar uma fiscalização espontânea dos próprios eleitores e
cidadãos brasileiros, checando os dados coletados nos aparelhos pelo
aplicativo, com os dados oficiais que irão ser mostrados através do TSE, na
data das eleições em primeiro turno se assim ocorrer.
O texto a
seguir, foi preparado pelo provedor e programador e criador do aplicativo, que
já sabemos ser desenvolvido pelo CMIND.
Que tal?
Vamos fiscalizar as URNAS ELETRÔNICAS? Vamos nos mobilizar para colocar à
prova, o sistema eleitoral brasileiro?
Em
primeiro momento, desejo que você que chegou até aqui, em ler atentamente as
orientações elencadas a seguir. Posteriormente, faça a instalação do
aplicativo, e compartilhem com seus amigos e amigos, colegas nas escolas,
universidades, grupos de trabalhos, associações de classe, associações
profissionais e ou recreativas.
Continue
lendo sobre como fiscalizar e realizar uma apuração paralela LEGAL das eleições
de 2018.
Aplicativo
que lê o Qrcodes impresso no BU (boletim de urna) após o encerramento da
votação oficial brasileira e grava esses dados em um servidor para uma
totalização paralela.
Aplicativo
desenvolvido pelo CMIND - Comitê Multidisciplinar Independente.
ATENÇÃO: PERMITA O ACESSO A TODOS OS DISPOSITVOS DO SEU CELULAR QUE O
APLICATIVO SOLICITAR! Problemas como não encontrar o scanner acontece porque o
usuário não permitiu acesso ao dispositivo na sua câmera!
Como usar:
Você
deverá estar presente em qualquer seção eleitoral. As 17h serão impresso o BU
(Boletim de Urna) da seção, no final do BU existirá um ou mais Qrcodes
impressos.
Esses Qrcodes
representam o conteúdo do BU e deverá ser lido pelo aplicativo um a um
sequencialmente. Você lerá o primeiro BU e enviará ao totalizador, faça essa
sequencia para os demais BU's.
Como o sistema de votação brasileiro e suas regras, é o único do mundo, a
impedir que as eleições tenham uma auditabilidade eficaz, como diferente do
resto do mundo não tem o registro físico do voto para permitir auditorias
independentes, este aplicativo visa facultar a fiscalização eleitoral, apenas na etapa de totalização dos votos — única fase
que pode ser auditável de forma confiável.
Este e qualquer outro aplicativo são incapazes de atestar a inexistência de
fraudes durante a preparação das urnas e apuração dos votos, visto que o
processo possui várias etapas, conforme explicação abaixo.
O processo eletrônico de votação brasileiro é composto por três etapas:
1. Preparação:
Essa etapa abrange tudo que acontece entre o início do período de análise dos
códigos fontes dos programas que serão usados na eleição. Isso ocorre seis
meses antes das eleições e no dia da eleição, antes da zerésima. (Inexiste a
segurança de que os programas de uma eventual auditoria sejam os mesmos que
rodaram nas eleições).
2. Apuração:
Essa
etapa abrange tudo que acontece no dia da eleição entre a emissão da zerésima e
a emissão do BU — Boletim de Urna.
(Se as
urnas estão fraudadas, o BU apenas materializa a fraude).
3. Totalização:
Apenas na totalização há uma auditabilidade facilitada. Essa etapa tem por
objetivo descartar fraudes ocorridas entre a transmissão de dados dos TREs ao
TSE.
Porém, se algo de malicioso aconteceu nas etapas 1 e 2, as regras de auditoria
impostas pelo TSE são insuficientes para identificar as fraudes.
No sistema eleitoral
brasileiro temos uma particularidade ímpar: o auditado é que impõe as regras da
auditoria que poderemos praticar, ou seja, a auditoria é cerceada pelo
auditado.
Exerça sua cidadania, fiscalize a única fase acessível aos eleitores, e
continue exigindo a prova física do voto, como é em todo o resto do mundo!
Observação:
Os aplicativos são de responsabilidade de seus desenvolvedores, cujas fontes
são citadas neste artigo. Também, a disponibilidade do mesmo ficará a cargo dos
criadores e desenvolvedores, e atualizações necessárias também.
Nossa
intenção é informar, dar publicidade nos esforços de brasileiros que estudam a
lógica, TI, programação de computadores, para possibilitar aos cidadãos e
eleitores, uma ferramenta que possa pelo menos fiscalizar a totalização dos
votos nas eleições brasileiras.
Nosso
site e blog têm compromisso com INFORMAÇÕES VERDADEIRAS, e com fontes
totalmente confiáveis. Ainda, fazemos tal trabalho de maneira voluntária, sem
cobrança de custos, honorários, despesas, etc.
Doamos
algumas horas por dia, para quebrar esse grande paradigma das seguranças das
urnas eletrônicas brasileiras, tendo em vista que elas não permitem uma auditagem
transparente e correta.
Sou
engenheiro civil, e não especialista em TI e ou Ciência da Computação. Sou
contribuinte, eleitor e cidadão brasileiro, visando fomentar a curiosidade dos
profissionais da área em quebrar as desconfianças lançadas sobre um sistema
nada auditável.
Que tal,
nós sociedade civil organizada, não damos os primeiros passos, para modificar
esse estado de coisas, implantar uma nova tecnologia a ser desenvolvida no
próprio Brasil, e repassar as nossas experiências para a população brasileira,
através dos Ministérios Públicos Federais e Estaduais, Eleitorais, para os
Tribunais de Contas da União, Estados e com isso, fiscalizar de maneira
racional e isenta, processos que envolvem grandes interesses, muitos deles nada
transparentes.
Uma das
perguntas que sempre me faço, como é que pode um candidato a um cargo eletivo,
ganhar muito menos que ganha na iniciativa privada, e ou em outras atividades,
se candidatando a ser um agente público eletivo, com imensas responsabilidades
perante a legislação a ser cumprida, e perante a população brasileira?
Outra,
como um bilionário banqueiro - candidato à presidência pelo partido PMDB (MDB)
entra numa disputa para ganhar um salário medíocre perante o que ganharia em
prestação de serviços em consultorias, e ou, em se dedicar na administração de
suas fortunas oriundas do BC - Banco Central e operações junto ao mercado
financeiro?